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[TRADUZIDO] Emily VanCamp fala sobre o filme ‘Boundaries’ e fãs

[TRADUZIDO] Emily VanCamp fala sobre o filme ‘Boundaries’ e fãs

  • Eu fui sortudo por conversar com a incrível e generosa Emily VanCamp em uma entrevista individual no TIFF em 2016, e coincidentemente, no mesmo hotel no centro de Toronto que eu conversei com a co-star de the Resident, Manish Dayal, 9 meses depois (embora na época eu não sabia sobre a série).
    O filme ‘Boundaries’ é um filme poderoso e desafiador que traz VanCamp falando Francês e que é bem diferente de ‘Capitão América: Guerra Civil’, que estreou 4 meses antes (na época). ‘Boundaries’ é um filme fascinante e um filme que patrocinamos no festival e agora está encorajando as pessoas a conferirem no ‘Rogers On Demand’.
    Aqui está uma versão concentrada e editada da nossa conversa com Emily VanCamp.

Brief Take: O filme tem um aspecto tão distinto.
EVC: Mmmm, sim. Foi bastante cru. Foi filmado no filme, o que eu acho que emprestou bem para história. Era para parecer como um filme perdido no tempo. Eles realmente conseguiram isso. Parece um período diferente de tempo. Que estava tudo no design do set e nas cores que eles escolheram e no figurino. Todo mundo trabalhou junto tão bem para criar esse senso de, quase como um lugar que não seguiu em frente. Tinha esse tipo de sentimento.

BT: As cenas que a Emily (sua personagem) conversa no Skype são bem estranhas.
EVC: Sim. Essa cena foi difícil até para eu assistir porque você está vendo alguém tentando se conectar com seu filho, mas é difícil para ela, e é quando seu arco pessoal e sua jornada realmente começam naquele momento, quando você não acredita muito nela. Você sabe que ela ama o filho, mas tem alguma coisa faltando. Eu tava tentando descobrir isso com a [diretora] Chloé e ela acabou ajudando, porque improvisamos a partir de uma conversa que de fato tivemos pelo Skype, e me afastando da forma em que costumo agir naturalmente, que é ser mais efusiva. Apesar de haver um amor genuíno, tinha alguma coisa faltando ali. É a luta dela, é apenas sobre sua habilidade de deixar essa profissão que ela quase se mais preocupa com e sua família. Foi difícil para mim. Chloé e eu conversamos muito e eu… não pude me simpatizar com ela no começo. Eu acho que para interpretar qualquer personagem, você precisa se entregar a ele, e ao que ele sente e pensa e eu sinto que eu estava julgando o personagem e eu sabia que eu tinha que deixar isso de lado e corrigir isso na minha cabeça para poder interpretá-la. Para mim isso quebrou meu coração, mas esse é o ponto doloroso disso, e eu tive que ver isso como altruísta porque ela, evidentemente, estava perdendo algo em relação ao filho, porque há um colapso no casamento, porque obviamente há algo que a impede de correr para casa, quando nós a vemos finalmente se derrubando, nós vemos que ela não foi feita para fazer isso, ela não foi feita para ser uma Mãe, ela não foi feita para fazer o que estava fazendo.

BT: O filme se chamar ‘Boundaries’ (Limites) se encaixa em tudo isso…
EVC: Ela está claramente refletindo sobre isso ao longo do filme. Ela está um pouco bêbada, e está conversando com Félixe sobre, “você é sua própria península” e “quais são seus limites?”. Ela claramente está ponderando isso um pouco e essa é sua indicação de que esse colapso está por vir porque isso existe tão profundamente dentro dela e a luta está realmente afetando-a mesmo quando a vemos no modo de meditação, ela praticamente tem uma armadura ao redor dela.

BT: É certamente um filme oportuno.
EVC: Em muitos aspectos, em termos da discussão política que tínhamos, a filmagem, digo, todas essas coisas parecem bem relevantes para hoje. Ah meu Deus, eu estive nos Estados Unidos, então fale sobre outra situação. *risadas* É intenso. Ela faz isso de uma maneira tão sutil que é muito confiável mas ainda sim bonito de assistir, eu acho. Chloé fez um ótimo trabalho, eu estou muito orgulhosa dela.

BT: Você tem fãs muito apaixonados.
EVC: Eu acho que sim, sim. *risadas* Eu tenho pessoas que gostaram do meu trabalho e me acompanharam por muitos, muitos anos então sim, eu definitivamente diria leal e gentil. Eu nunca tive o tipo de… talvez com ‘Capitão América’, eu tive, porque esses fãs são bem específicos e tradicionais. Eu sinto que eu tenho seguidores muito amáveis. Sou grata por isso.

‘Boundaries’ está atualmente disponível no Rogers On Demand e assista a Emily em The Resident nas Segundas às 9pm (00h pelo horário de verão de Brasília) no City.

 

Confira a entrevista original: ‘Boundaries’ Emily VanCamp

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