Emily VanCamp Brasil

[TRADUZIDO] Emily VanCamp fala sobre The Resident

[TRADUZIDO] Emily VanCamp fala sobre The Resident

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Emily VanCamp revela como The Resident a deixou mais desconfiada dos médicos e sistemas de saúde “bagunçados”.

Emily VanCamp revelou como The Resident motivou seu ceticismo em relação a médicos, já que a série busca “surpreender o sistema”.
A atriz de 31 anos talvez seja mais conhecida por interpretar Sharon Carter nos filmes da Marvel, Capitão América: Soldado Invernal e Guerra Civil, mas ela optou por um papel mais politizado dentro da trama do novo drama médico da Fox.
Em The Resident vemos ela interpretar a enfermeira Nicolette “Nic” Nevin ao lado de Matt Czuchry e seu médico impetuoso Conrad Hawkins, num drama que mistura os terrores da enfermaria, um sistema corrupto administrado por cirurgiões de renome com uma pitada de alívio cômico.
Conversando com o METRO sobre a escolha do papel, Emily revelou como suas motivações para participar do projeto ficaram mais fortes após viver a “América de Donald Tump”.
“Quando li o piloto, está obvio que o clima político nos EUA agora é muito complicado, e estava me sentindo muito desanimada com tudo,” Emily disse.
“Estava em busca de um novo projeto e queria fazer algo que servisse como um meio para me expressar durante esse momento, ainda sinto essa necessidade. O show me tocou nesse sentido, mesmo eu nunca sendo fã de dramas médicos, mas adorei o fato de ser mais sobre expor os podres do sistema de saúde americano e realmente falar sobre a falta de transparência e prestação de contas”.
Ela espera que a série incentive os espectadores a questionarem seus médicos, ao invés de aceitarem a opinião de um profissional como uma verdade absoluta.
“É assustador, nós crescemos acreditando fielmente em nossos médicos”, Emily acrescenta. “O show encoraja você a ser responsável por sua própria saúde e tirar suas dúvidas com o seu médico e fazer com que isso seja a prioridade, fazer com que você seja a prioridade.”
“Não deixe tudo nas mãos dos médicos. Às vezes é um jogo de achismo para eles, às vezes eles estão cansados ou de mau humor, é muito interessante”.
Então isso fez com que a Emily ficasse mais cética durante suas consultas de rotina, depois de participar da série?
“Claro. Eu já era bastante desconfiada e agora isso foi para outro nível. Acho que isso te deixa mais cautelosa e alerta o que acredito ser importante”.
Ela comenta: “Acredito que isso motiva as pessoas a refletirem sobre como e porque quais decisões estão sendo tomadas, porque CEOs recebem altos salários e nada disso vai para os pacientes internados no hospital, ou os próprios médicos e enfermeiras.
É um sistema muito confuso em sua organização hierárquica e ter uma pequena oportunidade para observar isso é muito chocante. Esse é o objetivo do show na verdade, criticar o sistema por um ponto e dizer ‘Ei! Acordem!’, isso é o que está acontecendo e aqui está como prevenir isso”.
Apesar de ajudar a construir uma série de desconfianças sobre esse ambiente sombrio, a série também ajudou a construir uma quantidade enorme de respeito pelas enfermeiras e sua profissão.
“Adquiri esse profundo amor e respeito pelas enfermeiras agora, e acredito que isso não seria possível sem ter a oportunidade de adquirir todo esse conhecimento,” Emily completa. “Então a série me deu um presente, e é muito bom você lutar pelas enfermeiras e representá-las.”
“Há uma série de cenas maravilhosas durante a série onde a Nic está de corpo e alma defendendo suas companheiras de trabalho, não só seus pacientes que ela faria tudo por eles, mas também as enfermeiras que são tão desvalorizadas.
Isso é algo que qualquer país, qualquer lugar pode compreender na série, todos nós somos humanos no final do dia”.

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